sexta-feira, 6 de maio de 2011

Não acho digno!

Não, não e não!!!
O dia corrido entre marceneiro e parafusos, falta uma peça! Corre ao comércio, indicativo do profissional,a loja certa. Escolhe aqui, confunde o olhar ali, muita informação. Qual é o melhor?
Quem sou para saber? Vim buscar orientação do setor...... Onde tudo começou!


Pergunta ao vendedor da Madeireira Brotas:
-Boa tarde, você pode me mostrar o produto tal?
Resposta em câmera lenta, sem olhar no meu rosto, do funcionário:
-Oxi, acho que tem não. E completa em voz alta ao outro colega:
-Tem o produto tal? Tem não nê? O outro responde :
-Vai lá olhar...
Vira-se o corpo, movimenta as mãos no balcão e dramatiza seu dia, sem direcionar o olhar.
-Oh dia comprido, não vejo a hora de acabar...


Imagino tua perplexidade ao convite que te fiz, imaginar uma cena onde sua necessidade foi podada, indefinida e congelada em minutos, é demorou a cena!
Eternidade! Como um estado de perfeição para outros, certamente esta pequena palavra nunca terá uma única definição...
Se a vendedora não fosse  olhar, diria que não tinha o produto.
Retornando com o produto,que no intimo sabia que não ficaria bom.
Resultado, comprado o inadequado, ao redor tudo parecia desigual e desconexo.


A educação natural rejeita toda e qualquer tentativa de intelectualização da educação; qualquer pessoa tem acessos e facilitadores a complexos pensamentos de criação... ou será do interior natural? Ou será que o empresário ou proprietário da loja não se importa que o atendimento seja perfeito? Fico imaginando essa mesma funcionaria sendo atendida em um hospital,e o medico lhe dizer que não vê a hora de acabar...
Cada qual com sua profissão na ética com educação e discernimento.
Bem dizia os irmãos:


Vamos achar um tesouro naquela casa...
Mas não há nenhuma casa...
Então vamos construí-la. 
::: Irmãos Marx


Um comentário:

  1. Concordo,o empresario tem que investir na qualidade de mão de obra.

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